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Mercado imobiliário em Curitiba: vale a pena comprar agora ou melhor esperar os juros baixarem?

A Selic está em 14,50% e aí muita gente trava a decisão de comprar um apartamento em Curitiba esperando os juros baixarem. Mas e se a espera custar mais caro do que o financiamento?


Nem sempre esperar o “momento perfeito” é a melhor opção, isso pode custar mais caro do que os juros do financiamento. Mas calma! Neste blog vamos te explicar por que Curitiba continua sendo um ótimo lugar para investir e como tomar a melhor decisão para o seu bolso em 2026.



Como está o mercado de imóveis em Curitiba hoje?


Mesmo com os juros altos, a cidade não para de crescer. Somente no ano de 2025, a cidade movimentou R$ 7,4 bilhões na venda de apartamentos novos. Isso só confirma que a capital paranaense é um porto seguro para quem quer comprar.


Hoje, o valor do metro quadrado de um imóvel na cidade custa, em média, R$ 11.694.


Mas você sabe o que isso significa na prática?
Que se você esperar para comprar, o imóvel pode estar mais caro, e o desconto que você teria nos juros acaba não compensando o aumento do preço total.


Aqui, vamos te contar o que os bancos não te contam!


Existe um equívoco comum de achar que a taxa do financiamento imobiliário cai na mesma proporção que a Selic. Mas, na prática, os bancos repassam parcialmente e com atraso na redução da taxa básica.


A queda de 1 a 2 pontos na Selic não garante redução equivalente no seu financiamento


O repasse das novas taxas pode levar meses para impactar diretamente na redução dos juros do financiamento.


Mas ok, agora voltamos à pergunta inicial:


Comprar agora ou esperar?


A nossa resposta honesta é: depende do seu perfil e da sua situação de aluguel.
Existe uma régua simples, mas pouco usada, para tomar essa decisão:


A régua do aluguel X compra

Compare o valor do seu aluguel atual com o valor do imóvel que você quer comprar e calcule a proporção mensal:


Cenário 1: Aluguel ≥ 0,50% do valor do imóvel/mês → Comprar já faz sentido, mesmo com os juros altos. O que você paga de aluguel já supera ou equipara o custo do financiamento.


Cenário 2:
Aluguel entre 0,45% e 0,50% → Zona de análise. Aqui, você deve considerar o custo de oportunidade e previsão de queda da Selic.


Cenário 3:

Aluguel < 0,45% do valor do imóvel/mês → Pode valer a pena esperar de 6 a 12 meses. Se as projeções do Boletim Focus estiverem corretas a Selic deve cair para 12% até o fim de 2026, o que implicaria redução de 0,5 a 1 ponto nas taxas de crédito.


Quando você adia a compra do seu imóvel, dois custos correm silenciosamente: o aluguel que você continua pagando e a valorização do imóvel que você ainda não comprou. Se utilizarmos a média de valorização de 2025, que chegou a 14,3% ao ano em Curitiba, um apartamento de R$ 450.000 hoje pode chegar a custar R$ 514.350 em um ano – e as parcelas mais baixas do futuro financiamento precisariam cobrir um preço 14,3% maior.


Aí chegamos ao seguinte direcionamento para você: a decisão de comprar agora ou esperar não deve ser guiada pela taxa Selic em si, mas sim pela equação específica do seu aluguel atual, do imóvel que você deseja e do custo de oportunidade de esperar.

Para a maioria dos compradores em Curitiba que pagam aluguel compatível com o valor do imóvel almejado, esperar para financiar com taxa 2,5% menor pode custar mais em valorização perdida do que qualquer economia no financiamento.

O mercado não espera!
A decisão certa depende exclusivamente do seu momento. 


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Tudo o que você precisa saber sobre os custos da compra de um imóvel


Muitos compradores se surpreendem ao descobrir algumas taxas que envolvem a aquisição de um novo imóvel. ITBI, escritura, registro e outros encargos, que podem somar até 10% do valor do bem – e precisam fazer parte do seu planejamento financeiro desde o início.


A compra de um imóvel envolve uma série de obrigações tributárias e cartoriais que são previstas em lei. Ignorar esses custos é um dos erros mais comuns de quem está adquirindo o primeiro imóvel. Por isso, neste blog iremos abordar todas as taxas que podem surgir durante uma negociação. 


Em termos práticos, para um imóvel de R$ 500.000, os custos extras podem chegar a R$ 35.000, dependendo do estado e das condições da transação.


ITBI (Imposto municipal)

De 2% a 3% do valor do imóvel


ESC – Escritura pública

A depender da tabela do cartório (TUSS)


REG (Registro de imóveis)

A depender da tabela estadual


ITBI: o imposto que todo comprador paga


O Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) é cobrado pelo município onde o imóvel está localizado. Ele irá aparecer sempre que ocorrer uma transferência de propriedade entre pessoas vivas (inter vivos). Este é um dos impostos de responsabilidade do comprador.


Como é calculado o ITBI?

A alíquota varia de município para município, mas geralmente fica entre 2% e 3% sobre o valor venal (estimativa de preço de um imóvel) ou o valor declarado na escritura. O maior entre os dois costuma ser adotado como base de cálculo.


Alíquota de Curitiba (PR)

– 2,7%


Imóveis financiados: quando há financiamento bancário, o ITBI é cobrado em duas partes; uma sobre o valor financiado e a outra sobre o valor de entrada.


Escritura pública: obrigatória e com custo variável. 

A escritura pública de compra e venda é um documento lavrado em cartório que formaliza a negociação entre o comprador e o vendedor. Sua obrigatoriedade está prevista no Código Civil para imóveis acima de 30 salários mínimos.


Quanto custa a escritura?

Os valores são tabelados pelo Tribunal de Justiça de cada estado (tabelas TUSS) e variam de forma proporcional ao valor do imóvel. A média nacional fica entre 2% a 3% do valor do bem, podendo incluir taxas adicionais por autenticações e certidões.


Registro de imóveis: a etapa que garante a propriedade

Ter a escritura em mãos não torna você legalmente dono do imóvel. É o registro no Cartório de Registro de Imóveis que transfere a propriedade de forma definitiva e pública.


Custo do registro

Assim como a escritura, o registro segue as tabelas estaduais e geralmente representa entre 0,5% e 1% do valor do imóvel.


Agora que você já sabe os custos que envolvem a negociação, quer entender melhor como se planejar para essa compra? 

– Reserve entre 5% e 8% do valor do imóvel que você busca exclusivamente para custos de transferência.

– Pesquise as alíquotas do ITBI no site da prefeitura do município onde pretende comprar.

– Verifique isenções disponíveis: primeiro imóvel pelo FGTS, programas habitacionais e imóveis de determinados valores podem ter reduções no ITBI.

– Inclua esses valores no cálculo do financiamento: eles geralmente não são financiáveis.


Regra prática: ao calcular se um imóvel cabe no seu orçamento, sempre some ao preço de venda os custos de aquisição. Um imóvel de R$ 500 mil pode custar, na prática, entre R$ 525 mil e R$ 545 mil para quem compra à vista.


Ainda tem dúvidas sobre os custos na compra do seu imóvel?

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O Centro de Curitiba está voltando melhor do que nunca!

A Prefeitura de Curitiba lançou um pacote histórico de incentivos para a revitalização da região central. Mas você sabe o que isso significa para quem quer comprar, investir ou morar no coração da cidade? Confira no blog abaixo!


Programa “De Volta ao Centro”


Se você está por dentro das novidades do mercado imobiliário curitibano, provavelmente já ouviu falar no programa “De Volta ao Centro”. Mas muita gente ainda não tem noção da dimensão real do que está sendo colocado em prática e o quanto isso representa em oportunidade para quem compra, investe ou pretende morar na região central.


O que é o “De Volta ao Centro”?


Criado pela Prefeitura de Curitiba, o programa tem uma visão clara: até 2050, o Centro de Curitiba deve ser um lugar vibrante, acessível e acolhedor, que integra moradia, trabalho, cultura e lazer.


A Prefeitura não manteve essa promessa apenas no discurso. No mês passado (março de 2026), cinco decretos regulamentadores foram publicados antes mesmo dos prazos previstos, colocando em vigor uma série de incentivos fiscais, construtivos e até subvenções econômicas diretas para quem investir na região.


Mas, afinal, onde fica a oportunidade para o investidor?


O programa tem como objetivo dividir o Centro em setores com incentivos próprios. Isso é importante porque não estamos falando de um benefício genérico, mas sim de um planejamento onde cada área tem um perfil de uso fomentado e condições específicas de aproveitamento.


  • Setor de Baixa Emissão (SBE): foco em mobilidade ativa, retrofit, requalificação de patrimônios históricos, hotelaria e habitação. Incentivos para soluções construtivas sustentáveis e economia criativa. 
  • Setor Histórico (SHBE): núcleo cultural, criativo e turístico. Incentivos para requalificação do patrimônio histórico e economia criativa.
  • Setor Rodoferroviária (SRF): integração física e funcional à região central. Incentivo à hotelaria, cultura, educação e serviços. 
  • Setores de Transição 
  • ST1: setor com caráter funcional – equipamentos institucionais, educacionais e de saúde (UFPR + HC). Incentivo à hotelaria, habitação, comércio e serviços de pequeno porte. 
  • ST2: preservação do equilíbrio urbano e dinâmica existente. 
  • ST3: ativação urbana do setor, respeitando as características já existentes. Incentivo à habitação e usos de menor escala. 
  • ST4: requalificação de área degradada, ampla infraestrutura e ativos estratégicos (Mercado Municipal e Rodoferroviária).
  • Eixos prioritários
  • XV de Novembro: foco na mobilidade, convivência urbana, diversificação de uso e ativação cultural. 
  • Barão – Riachuelo: território da memória, articulação do patrimônio histórico, economia criativa e convivência urbana. 
  • Teatro Guaíra – S. Francisco – Jaime Reis: corredor cultural e educativo com incentivo à economia criativa e equilíbrio entre cultura, habitação e turismo.  
  • Saldanha Marinho: preservação da escala urbana, tecido histórico, estímulo à criatividade e cultura e requalificação de espaços públicos e edificações estratégicas.

Aqui, os incentivos mudam a conta do investimento!

Esse é o ponto que mais interessa a quem pensa em comprar ou desenvolver imóveis na região. São R$ 133 milhões em incentivos fiscais!


Boa parte desses incentivos gira em torno do conceito de retrofit – a modernização e requalificação de edificações já existentes sem a necessidade de derrubá-las. Isso dá espaço para uma estratégia muito interessante: adquirir imóveis antigos no Centro, reformá-los com os incentivos do programa e gerar ativos valorizados, seja para venda ou para locação.


E para quem quer morar no Centro?

O programa também é uma excelente notícia para quem está em busca de imóvel residencial na região. Com mais empreendimentos sendo viabilizados pelos incentivos, a tendência é de um aumento na oferta de unidades de qualidade, e os primeiros compradores de unidades em projetos de retrofit ainda têm vantagem nas alíquotas de ITBI.


Além disso, o programa também prioriza usos que tornam o Centro mais habitável e prático: gastronomia, cultura, lazer, comércio de proximidade e ensino. Morar perto de tudo isso, com descontos fiscais, é uma combinação que raramente aparece ao mesmo tempo.


Como se antecipar?

O programa está em plena implementação agora. Os chamamentos públicos para subvenção econômica serão lançados em breve, e alguns incentivos fiscais têm prazo para solicitação. Quem se mover primeiro tem acesso às melhores condições e ao maior leque de opções de imóveis disponíveis.


Se você tem interesse em comprar, investir ou até apenas entender melhor quais oportunidades fazem sentido para o seu perfil, este é o momento de conversar com quem conhece o mercado da região.


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Valorização de Imóveis em Curitiba: Por que a capital paranaense se tornou destaque?

Se você acompanha o mercado imobiliário, já notou que existe um nome que não sai do topo das listas de investimento nos últimos anos: Curitiba. Mas o que faz a capital paranaense registrar um dos melhores índices de valorização? No blog de hoje, vamos explorar os pilares e entender por que comprar um imóvel em Curitiba deixou de ser apenas uma escolha de moradia para se tornar uma estratégia financeira de alto retorno.


Infraestrutura e planejamento urbano: O “DNA” Curitibano


Diferente de outras capitais que cresceram de forma desordenada, Curitiba colhe os frutos de um planejamento iniciado há décadas. A eficiência do transporte coletivo e a preservação de áreas verdes (como os amados parques Barigui, Tanguá, Jardim Botânico) e o planejamento dos bairros valorizam os terrenos e imóveis da cidade.


Infraestrutura de qualidade e modernidade


Em 2026, o que faz um imóvel valorizar é a sustentabilidade e tecnologia. Construções com certificação ambiental e automação residencial possuem liquidez imediata, o que reduz o tempo de vacância e aumenta o potencial de revenda. E Curitiba? É líder nisso, com imóveis que trazem exatamente o que o público pede.


Curitiba como Hub de Tecnologia e Inovação


O setor de tecnologia impulsiona a demanda por imóveis modernos, compactos e bem localizados, ideais para solteiros ou casais jovens e sem filhos, mantendo o mercado de aluguéis extremamente aquecido.


Por que investir agora é uma boa opção?


Em 2025, Curitiba foi considerada a capital com maior qualidade de vida do país. A capital também está em primeiro lugar, na categoria Qualidade do Meio Ambiente, estando nessa posição principalmente por seus 68 m² de área verde por habitante e um baixo índice de vulnerabilidade climática. 


Investir em imóveis aqui é proteger o patrimônio em uma moeda forte: o metro quadrado de uma capital resiliente a crises.


A valorização de imóveis em Curitiba não é pontual, mas o resultado de uma cidade que entrega qualidade de vida real e a valorização é apenas uma consequência. Se você busca segurança e rentabilidade, o mercado curitibano continua sendo o destaque nacional


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Comprar ou alugar em 2026? Conheça as vantagens de cada opção

2026 chegou trazendo transformações significativas para o nosso cenário urbano. Com a consolidação de modelos de trabalho remotos/híbridos e mudanças no estilo de vida, uma pergunta volta a ecoar na mente de milhares de brasileiros: ainda vale a pena comprar um imóvel ou o aluguel é a escolha mais inteligente?


A resposta curta, mas traz uma grande reflexão: depende do seu momento de vida. Hoje, vamos analisar os prós e contras de cada escolha para que você decida com segurança e tranquilidade.


O que mudou em 2026?


Diferente dos anos anteriores, 2026 apresenta um mercado mais maduro e estruturado. Hoje, contamos com uma valorização acentuada em bairros com tecnologias verdes e uma busca crescente por imóveis que ofereçam mais praticidade e qualidade de vida. As taxas de juros para financiamento atingiram um novo patamar, tornando o crédito imobiliário mais acessível para faixas de renda que antes estavam excluídas dos programas do governo.


Quais as vantagens de comprar um imóvel em 2026?



Construção de patrimônio e segurança


Comprar um imóvel é, acima de tudo, um investimento de longo prazo. Em vez de pagar pelo uso de um bem que pertence a terceiros, você está investindo seu capital em um ativo real que tende a valorizar, especialmente em cidades com alto crescimento e desenvolvimento como Curitiba.


Personalização e liberdade


Quer derrubar uma parede? Juntar a varanda com a sala? Fazer móveis planejados na cozinha? No seu imóvel, você tem autonomia total para furar paredes, integrar cômodos, trocar as janelas… Então se suas preferências envolvem ter total liberdade para fazer alterações no seu imóvel, comprar é uma excelente opção!


Estabilidade financeira a longo prazo


Enquanto o aluguel sofre reajustes anuais (muitas vezes acima da inflação), as parcelas de um financiamento imobiliário tendem a se tornar menores em comparação à sua renda ao longo dos anos, trazendo mais previsibilidade para o seu orçamento.


Quais as vantagens de alugar um imóvel em 2026?



Mobilidade e flexibilidade


Vivemos em um mundo cada vez mais dinâmico. Se sua carreira exige mudanças frequentes ou se você ainda não tem certeza sobre qual bairro melhor se adapta à sua rotina, o aluguel pode ser uma excelente opção, pois ele oferece a liberdade de se mudar sem os custos de transação de uma compra.


Liquidez de capital


Para quem tem conhecimento e sabe investir em outros ativos financeiros, manter o dinheiro da entrada em aplicações de alta rentabilidade e pagar o aluguel com os rendimentos pode ser uma estratégia válida.


Manutenção reduzida


Grandes reformas estruturais ficam sob responsabilidade do proprietário, reduzindo gastos inesperados com reparos e manutenções.


Qual combina mais com você?



CritérioComprar em 2026Alugar em 2026
PerfilEstabilidade e o desejo de criar raízes.Liberdade e mobilidade.
Custo InicialEntrada e custos de ITBI/Registro.Apenas seguro-fiança (quando houver).
ValorizaçãoO proprietário fica com o lucro.Não há ganho patrimonial.

Como decidir qual a melhor opção para a sua realidade?


Faça estas 3 perguntas a si mesmo:
-Quanto tempo pretendo ficar nesta cidade? Se a resposta for “mais de 5 anos”, a compra costuma ser a opção mais vantajosa.
-Eu tenho o valor da entrada disponível? Com as novas faixas de crédito de 2026, muitas vezes a entrada pode ser facilitada, mas ter uma reserva é fundamental.
-Priorizo investimento ou flexibilidade? Se você vê o imóvel como um porto seguro para a família, compre. Se vê apenas como um lugar para dormir entre viagens e as obrigações de uma rotina movimentada, alugue.


O momento do mercado favorece quem se planeja!
Independente da sua escolha, este é um ano de excelentes oportunidades. O mercado está aquecido e as opções de imóveis nunca foram tão diversificadas.


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Decoração de Verão: Dicas para deixar sua casa com ar mais leve e fresco nessa estação

O verão finalmente chegou e, com as temperaturas mais altas, nossa casa implora para se tornar um refúgio, bem fresquinho e agradável. Pensando além da estética, a decoração de verão tem o objetivo de oferecer bem-estar térmico e a sensação de amplitude para os ambientes.


Transforme seu lar sem precisar de grandes gastos ou reformas.
Confira nossas dicas para deixar sua casa com a cara da estação mais quente do ano!


Troque os tecidos pesados por fibras naturais


Uma das dicas mais importantes deste blog é essa. É hora de “despir” os ambientes. Guarde as mantas de lã, os tapetes felpudos e as capas de almofada em veludo.


O verão pede por tecidos mais respiráveis, como: linho, algodão e viscose. Essas são ótimas opções.


Dica extra: utilize cortinas de gaze de linho. Elas filtram a luz solar intensa, mantendo uma excelente circulação de ar nos ambientes.


Invista em uma paleta de cores claras


Em ambientes que já são mais quentes, invista em cores mais claras. Elas influenciam diretamente na sensação térmica e no conforto. 


Tons indicados: branco, off-white, bege e tons pastéis (como azul serenity e verde menta).


Para manter a personalidade e um toque especial, deixe o colorido para os detalhes, como vasos, quadros e objetos decorativos ou até mesmo uma parede em específico. Algumas das cores em alta neste verão são: amarelo âmbar, laranja, azul-cobalto e azul marina. 


Traga a natureza para dentro!


As plantas servem como “ar-condicionados naturais”. Elas ajudam a umidificar, purificar o ar através da transpiração e ainda trazem um ar de frescor para dentro.


Melhores espécies: jiboias, filodendros e a famosa Espada-de-São-Jorge se adaptam bem a ambientes internos, demandando menos manutenção e luz solar plena.


Você pode adicionar as plantas em cantos estratégicos, como na sala ou no hall de entrada.



Priorize a ventilação natural


A disposição dos móveis pode estar bloqueando o vento de entrar na sua casa/apartamento. Para uma decoração funcional de verão, mantenha o caminho livre entre as janelas e portas para criar um fluxo de ventilação natural.


Dica de ouro: evite encostar móveis grandes em frente às janelas e portas. Quanto menos obstáculos o ar encontrar, mais rápido a casa esfria e refresca.



Iluminação fria e natural


Lâmpadas incandescentes geram calor e esquentam os cômodos. Se você ainda utiliza dessas em casa, chegou a hora de trocar!


Substitua por LED: além de ser uma opção muito mais econômica, não esquentam o ambiente.


Aproveite o dia: durante o verão, os dias são mais longos, permitindo o aproveitamento da luz natural durante mais tempo. Aproveite, abra as persianas e deixe a luz natural entrar!


Decorar a casa para o verão não precisa de grandes gastos, mas sim um olhar atento para o que traz conforto e leveza. Com pequenas trocas você transforma seu lar em um refúgio fresquinho, perfeito para aproveitar os dias ensolarados.


E se você está em busca do seu imóvel ideal neste verão, entre em contato pelo formulário ou mande uma mensagem no nosso WhatsApp: (41) 3250-2000 e vamos encontrar o imóvel perfeito para você! 

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