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O frio revelou problemas no seu imóvel? Saiba o que vale mais a pena: Reformar ou Vender Agora

O inverno chegou e, com as temperaturas mais baixas, um fenômeno bem conhecido dos proprietários de imóveis começa a dar as caras: a hora do teste de fogo da qualidade estrutural. É justamente nessa época mais fria e úmida que os problemas ocultos da casa ou do apartamento resolvem aparecer.

Uma mancha escura que aparece no teto, aquela pintura que começa a estufar perto do rodapé, ou uma fresta na janela que deixa o vento gelado passar. Se você olhou para o seu lar nos últimos dias e pensou “Será que eu conserto tudo isso ou coloco uma placa de “Vende-se” logo de uma vez?”, saiba que você não está sozinho.

Vamos entender: diante do mercado imobiliário atual, o que compensa mais financeiramente?
– Enfrentar uma obra ou vender o imóvel no estado em que ele se encontra?

Agora vamos analisar os pontos-chave para você tomar a melhor decisão para o seu bolso.


O frio como o “dedo-duro” das patologias imobiliárias


As mudanças climáticas e o frio rigoroso funcionam como um teste de estresse para qualquer edificação. Os materiais se contraem com o frio, o que pode abrir microfissuras nas paredes. Somado à falta de sol e à umidade constante, o cenário é perfeito para o surgimento de problemas comuns, mas perigosos para a valorização do patrimônio: 

Infiltrações crônicas: falhas na impermeabilização da laje ou das paredes externas que geram bolhas na pintura e descascamento. 
Mofo e bolor: falta de ventilação interna combinada com umidade, o que afeta diretamente a saúde respiratória dos moradores. 
Problemas no telhado: calhas entupidas, telhas quebradas ou fissuradas que se transformam em goteiras persistentes na primeira chuva volumosa. 


Como a imagem acima demonstra, manchas escuras, descascamentos no teto ou nos cantos das paredes saltam aos olhos de qualquer pessoa durante a visita. Para um potencial comprador, essa imagem não representa apenas “estética feia”, representa o medo de um gasto financeiro imprevisível e oculto.


“Vício Oculto”: por que mascarar o problema não funciona?


Muitos proprietários pensam em fazer apenas uma “maquiagem” rápida nos problemas, como  passar uma demão de tinta por cima do mofo e anunciar o imóvel. Isso é um erro grave.

No direito imobiliário, problemas estruturais que não estão visíveis no momento da compra, mas que aparecem depois (como um vazamento interno ou um telhado condenado), são chamados de vícios ocultos. O comprador tem garantia legal para reclamar e exigir judicialmente que você pague pelo conserto ou desfaça o negócio, mesmo após meses da venda. Portanto, a transparência (ou o conserto definitivo) é a única via segura.  


Mercado Imobiliário em 2026: o que o comprador procura?


Nós sabemos que o mercado imobiliário atual está altamente competitivo. Embora haja uma excelente demanda por compra, o perfil do comprador mudou: as pessoas estão fugindo de dor de cabeça. Com o custo de materiais de construção e mão de obra elevados, a preferência esmagadora é por imóveis “prontos para morar”. 

Quando um interessado entra em um imóvel, sente cheiro de mofo ou vê uma infiltração, acontecem duas coisas: ou ele desiste da compra na hora, ou ele pede um desconto agressivo no preço para cobrir os custos com possíveis reformas futuras.


Mas e aí, qual decisão tomar?


Quando vale a pena REFORMAR primeiro?
Se os problemas revelados pelo frio forem focados e solucionáveis (como trocar uma calha, refazer a impermeabilização de um rodapé ou renovar a pintura com tintas antimofo), reforme!

Esse tipo de investimento vai te oferecer um excelente retorno na venda, além de claro, valorizar ainda mais o imóvel. Você gasta um valor controlado e impede que o comprador use o defeito como barganha para derrubar o preço do seu patrimônio.  


E caso você esteja buscando formas de valorizar seu imóvel neste inverno, acesse:
O frio deu as caras e já está fazendo parte da nossa rotina – Conheça os detalhes que mais fazem um imóvel se destacar nesse clima gelado!

Quando vale a pena VENDER do jeito que está?
A venda direta só compensa se o imóvel precisar de uma reforma estrutural profunda e generalizada (como refazer toda a fundação ou toda a fiação e encanamento da casa). Se você não tiver o capital disponível ou o tempo para gerenciar esse tipo de obra, que é complexa e demanda atenção, o melhor é anunciar o imóvel pelo valor real de mercado, deixando claro o estado da estrutura e aplicando um desconto justo para investidores ou compradores dispostos a encarar a empreitada.

Antes de tomar qualquer decisão, o passo mais inteligente e estratégico é solicitar a avaliação de um corretor de confiança ou de um engenheiro de vistorias. Eles saberão dizer exatamente quanto às questões daquele imóvel podem custar no fechamento do seu negócio.


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O frio deu as caras e já está fazendo parte da nossa rotina – Conheça os detalhes que mais fazem um imóvel se destacar nesse clima gelado!

Se você mora em Curitiba, já sabe que quando o frio resolve aparecer, ele demora para ir embora e ainda aproveita para congelar seus dedinhos do pé. Ele nem bate na porta, entra pela janela e ainda faz questão de lembrar que o cobertor que você está usando para dormir não é suficiente.


E é exatamente nesses dias gelados que a gente começa a olhar para o próprio lar com outros olhos. Será que esse apartamento está mesmo sendo aconchegante como deveria?


A boa notícia é que no momento de comprar ou alugar um imóvel em Curitiba, o inverno é um aliado precioso na escolha. Ele revela tudo o que aquece de verdade no imóvel, o que mantém a umidade longe e o que faz o ambiente ser ainda mais confortável.


Seja para ajudar você a encontrar o lar mais acolhedor ou deixar seu imóvel que está à venda ainda mais chamativo neste clima, separamos alguns detalhes que fazem toda a diferença 


1. Esquadrias termoacústicas (o padrão ouro pro conforto térmico)


Sabe aquele ventinho gelado que parece vir do nada e te congela no sofá? Na maioria das vezes, a culpa é da janela.


Imóveis com janelas termoacústicas criam uma barreira que mantém o calor interno e o frio lá fora cada um no seu canto. O resultado é um ambiente mais estável em temperatura, menos gasto com aquecedores e muito mais silêncio (bônus não solicitado, mas que também agrada muito).


Se o imóvel não tem esse tipo de esquadria, preste atenção nas vedações das janelas. Borrachas desgastadas, frestas e janelas que tremem no vento são sinais de que você vai precisar investir em melhorias – ou em mais um cobertor.


2. Aquecimento de água eficiente: luxo? Não. Necessidade.


Banho quentinho em Curitiba no inverno não é frescura. É sobrevivência!


Na hora de avaliar um imóvel, fique atento ao sistema de aquecimento de água.


Aquecedor a gás: tem uma resposta rápida e é muito eficiente e econômico a longo prazo. Ideal para Curitiba.


Aquecedor elétrico (chuveiro comum): funcional, mas pode pesar um pouco mais na conta de luz nos meses mais frios.


Aquecimento solar com complemento a gás: um combo incrível – sustentável e eficiente mesmo em dias nublados (que, convenhamos, são bem frequentes por aqui).


3. Isolamento térmico nas paredes: o que ninguém vê, mas todo mundo sente


Parece detalhe técnico, mas faz uma diferença absurda no dia a dia: o tipo de parede e o isolamento térmico do imóvel determinam o quanto de frio penetra (ou não) no seu lar.


Os apartamentos de andares intermediários tendem a se sair melhor no frio do que as coberturas ou os do térreo: menos exposição à variação de temperatura e ao vento.


4. Piso adequado: seus pés vão te agradecer


Pode parecer bobagem, mas o tipo de piso tem tudo a ver com conforto no inverno.


Porcelanato e cerâmica: bonitos, fáceis de limpar, mas frios pra caramba nos meses de inverno. Se o imóvel tiver piso frio, verifique se há possibilidade de instalação de um piso diferente para melhorar o conforto térmico na sala e nos quartos.


Piso de madeira ou laminado: retém mais calor e dá aquela sensação de aconchego que a gente tanto busca no inverno. Um charme à parte.


5. Área de serviço coberta


Vamos falar de algo que ninguém romantiza, mas todo mundo usa: a área de serviço.


No inverno curitibano, as roupas não secam do lado de fora, uma hora chuva fina outra hora vento gelado. Por isso, uma área de serviço bem posicionada, com espaço coberto, boa circulação de ar interno e, de preferência, com acesso a aquecimento é um diferencial real, não só um extra no anúncio.


6. Orientação solar do imóvel: sol da manhã ou sol da tarde?


A orientação do imóvel em relação ao sol é um dos fatores mais subestimados na hora da compra e com certeza um dos que mais impacta no inverno.


Imóveis com janelas voltadas para o norte recebem mais luz solar durante o dia, o que ajuda a manter a temperatura interna mais agradável.


Orientação leste: sol da manhã, aquela luz gostosa que aquece o café da manhã.
Orientação oeste: sol da tarde, mais quente no fim do dia.
Orientação sul: menos luz solar direta, o que pode significar ambientes um pouco mais gelados no inverno. 


Seja você alguém que está comprando o primeiro apartamento, investindo em um imóvel ou buscando um cantinho mais aconchegante para chamar de seu, o inverno é o melhor momento para testar se um imóvel realmente entrega o que promete.


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Mercado imobiliário em Curitiba: vale a pena comprar agora ou melhor esperar os juros baixarem?

A Selic está em 14,50% e aí muita gente trava a decisão de comprar um apartamento em Curitiba esperando os juros baixarem. Mas e se a espera custar mais caro do que o financiamento?


Nem sempre esperar o “momento perfeito” é a melhor opção, isso pode custar mais caro do que os juros do financiamento. Mas calma! Neste blog vamos te explicar por que Curitiba continua sendo um ótimo lugar para investir e como tomar a melhor decisão para o seu bolso em 2026.



Como está o mercado de imóveis em Curitiba hoje?


Mesmo com os juros altos, a cidade não para de crescer. Somente no ano de 2025, a cidade movimentou R$ 7,4 bilhões na venda de apartamentos novos. Isso só confirma que a capital paranaense é um porto seguro para quem quer comprar.


Hoje, o valor do metro quadrado de um imóvel na cidade custa, em média, R$ 11.694.


Mas você sabe o que isso significa na prática?
Que se você esperar para comprar, o imóvel pode estar mais caro, e o desconto que você teria nos juros acaba não compensando o aumento do preço total.


Aqui, vamos te contar o que os bancos não te contam!


Existe um equívoco comum de achar que a taxa do financiamento imobiliário cai na mesma proporção que a Selic. Mas, na prática, os bancos repassam parcialmente e com atraso na redução da taxa básica.


A queda de 1 a 2 pontos na Selic não garante redução equivalente no seu financiamento


O repasse das novas taxas pode levar meses para impactar diretamente na redução dos juros do financiamento.


Mas ok, agora voltamos à pergunta inicial:


Comprar agora ou esperar?


A nossa resposta honesta é: depende do seu perfil e da sua situação de aluguel.
Existe uma régua simples, mas pouco usada, para tomar essa decisão:


A régua do aluguel X compra

Compare o valor do seu aluguel atual com o valor do imóvel que você quer comprar e calcule a proporção mensal:


Cenário 1: Aluguel ≥ 0,50% do valor do imóvel/mês → Comprar já faz sentido, mesmo com os juros altos. O que você paga de aluguel já supera ou equipara o custo do financiamento.


Cenário 2:
Aluguel entre 0,45% e 0,50% → Zona de análise. Aqui, você deve considerar o custo de oportunidade e previsão de queda da Selic.


Cenário 3:

Aluguel < 0,45% do valor do imóvel/mês → Pode valer a pena esperar de 6 a 12 meses. Se as projeções do Boletim Focus estiverem corretas a Selic deve cair para 12% até o fim de 2026, o que implicaria redução de 0,5 a 1 ponto nas taxas de crédito.


Quando você adia a compra do seu imóvel, dois custos correm silenciosamente: o aluguel que você continua pagando e a valorização do imóvel que você ainda não comprou. Se utilizarmos a média de valorização de 2025, que chegou a 14,3% ao ano em Curitiba, um apartamento de R$ 450.000 hoje pode chegar a custar R$ 514.350 em um ano – e as parcelas mais baixas do futuro financiamento precisariam cobrir um preço 14,3% maior.


Aí chegamos ao seguinte direcionamento para você: a decisão de comprar agora ou esperar não deve ser guiada pela taxa Selic em si, mas sim pela equação específica do seu aluguel atual, do imóvel que você deseja e do custo de oportunidade de esperar.

Para a maioria dos compradores em Curitiba que pagam aluguel compatível com o valor do imóvel almejado, esperar para financiar com taxa 2,5% menor pode custar mais em valorização perdida do que qualquer economia no financiamento.

O mercado não espera!
A decisão certa depende exclusivamente do seu momento. 


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Tudo o que você precisa saber sobre os custos da compra de um imóvel


Muitos compradores se surpreendem ao descobrir algumas taxas que envolvem a aquisição de um novo imóvel. ITBI, escritura, registro e outros encargos, que podem somar até 10% do valor do bem – e precisam fazer parte do seu planejamento financeiro desde o início.


A compra de um imóvel envolve uma série de obrigações tributárias e cartoriais que são previstas em lei. Ignorar esses custos é um dos erros mais comuns de quem está adquirindo o primeiro imóvel. Por isso, neste blog iremos abordar todas as taxas que podem surgir durante uma negociação. 


Em termos práticos, para um imóvel de R$ 500.000, os custos extras podem chegar a R$ 35.000, dependendo do estado e das condições da transação.


ITBI (Imposto municipal)

De 2% a 3% do valor do imóvel


ESC – Escritura pública

A depender da tabela do cartório (TUSS)


REG (Registro de imóveis)

A depender da tabela estadual


ITBI: o imposto que todo comprador paga


O Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) é cobrado pelo município onde o imóvel está localizado. Ele irá aparecer sempre que ocorrer uma transferência de propriedade entre pessoas vivas (inter vivos). Este é um dos impostos de responsabilidade do comprador.


Como é calculado o ITBI?

A alíquota varia de município para município, mas geralmente fica entre 2% e 3% sobre o valor venal (estimativa de preço de um imóvel) ou o valor declarado na escritura. O maior entre os dois costuma ser adotado como base de cálculo.


Alíquota de Curitiba (PR)

– 2,7%


Imóveis financiados: quando há financiamento bancário, o ITBI é cobrado em duas partes; uma sobre o valor financiado e a outra sobre o valor de entrada.


Escritura pública: obrigatória e com custo variável. 

A escritura pública de compra e venda é um documento lavrado em cartório que formaliza a negociação entre o comprador e o vendedor. Sua obrigatoriedade está prevista no Código Civil para imóveis acima de 30 salários mínimos.


Quanto custa a escritura?

Os valores são tabelados pelo Tribunal de Justiça de cada estado (tabelas TUSS) e variam de forma proporcional ao valor do imóvel. A média nacional fica entre 2% a 3% do valor do bem, podendo incluir taxas adicionais por autenticações e certidões.


Registro de imóveis: a etapa que garante a propriedade

Ter a escritura em mãos não torna você legalmente dono do imóvel. É o registro no Cartório de Registro de Imóveis que transfere a propriedade de forma definitiva e pública.


Custo do registro

Assim como a escritura, o registro segue as tabelas estaduais e geralmente representa entre 0,5% e 1% do valor do imóvel.


Agora que você já sabe os custos que envolvem a negociação, quer entender melhor como se planejar para essa compra? 

– Reserve entre 5% e 8% do valor do imóvel que você busca exclusivamente para custos de transferência.

– Pesquise as alíquotas do ITBI no site da prefeitura do município onde pretende comprar.

– Verifique isenções disponíveis: primeiro imóvel pelo FGTS, programas habitacionais e imóveis de determinados valores podem ter reduções no ITBI.

– Inclua esses valores no cálculo do financiamento: eles geralmente não são financiáveis.


Regra prática: ao calcular se um imóvel cabe no seu orçamento, sempre some ao preço de venda os custos de aquisição. Um imóvel de R$ 500 mil pode custar, na prática, entre R$ 525 mil e R$ 545 mil para quem compra à vista.


Ainda tem dúvidas sobre os custos na compra do seu imóvel?

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O Centro de Curitiba está voltando melhor do que nunca!

A Prefeitura de Curitiba lançou um pacote histórico de incentivos para a revitalização da região central. Mas você sabe o que isso significa para quem quer comprar, investir ou morar no coração da cidade? Confira no blog abaixo!


Programa “De Volta ao Centro”


Se você está por dentro das novidades do mercado imobiliário curitibano, provavelmente já ouviu falar no programa “De Volta ao Centro”. Mas muita gente ainda não tem noção da dimensão real do que está sendo colocado em prática e o quanto isso representa em oportunidade para quem compra, investe ou pretende morar na região central.


O que é o “De Volta ao Centro”?


Criado pela Prefeitura de Curitiba, o programa tem uma visão clara: até 2050, o Centro de Curitiba deve ser um lugar vibrante, acessível e acolhedor, que integra moradia, trabalho, cultura e lazer.


A Prefeitura não manteve essa promessa apenas no discurso. No mês passado (março de 2026), cinco decretos regulamentadores foram publicados antes mesmo dos prazos previstos, colocando em vigor uma série de incentivos fiscais, construtivos e até subvenções econômicas diretas para quem investir na região.


Mas, afinal, onde fica a oportunidade para o investidor?


O programa tem como objetivo dividir o Centro em setores com incentivos próprios. Isso é importante porque não estamos falando de um benefício genérico, mas sim de um planejamento onde cada área tem um perfil de uso fomentado e condições específicas de aproveitamento.


  • Setor de Baixa Emissão (SBE): foco em mobilidade ativa, retrofit, requalificação de patrimônios históricos, hotelaria e habitação. Incentivos para soluções construtivas sustentáveis e economia criativa. 
  • Setor Histórico (SHBE): núcleo cultural, criativo e turístico. Incentivos para requalificação do patrimônio histórico e economia criativa.
  • Setor Rodoferroviária (SRF): integração física e funcional à região central. Incentivo à hotelaria, cultura, educação e serviços. 
  • Setores de Transição 
  • ST1: setor com caráter funcional – equipamentos institucionais, educacionais e de saúde (UFPR + HC). Incentivo à hotelaria, habitação, comércio e serviços de pequeno porte. 
  • ST2: preservação do equilíbrio urbano e dinâmica existente. 
  • ST3: ativação urbana do setor, respeitando as características já existentes. Incentivo à habitação e usos de menor escala. 
  • ST4: requalificação de área degradada, ampla infraestrutura e ativos estratégicos (Mercado Municipal e Rodoferroviária).
  • Eixos prioritários
  • XV de Novembro: foco na mobilidade, convivência urbana, diversificação de uso e ativação cultural. 
  • Barão – Riachuelo: território da memória, articulação do patrimônio histórico, economia criativa e convivência urbana. 
  • Teatro Guaíra – S. Francisco – Jaime Reis: corredor cultural e educativo com incentivo à economia criativa e equilíbrio entre cultura, habitação e turismo.  
  • Saldanha Marinho: preservação da escala urbana, tecido histórico, estímulo à criatividade e cultura e requalificação de espaços públicos e edificações estratégicas.

Aqui, os incentivos mudam a conta do investimento!

Esse é o ponto que mais interessa a quem pensa em comprar ou desenvolver imóveis na região. São R$ 133 milhões em incentivos fiscais!


Boa parte desses incentivos gira em torno do conceito de retrofit – a modernização e requalificação de edificações já existentes sem a necessidade de derrubá-las. Isso dá espaço para uma estratégia muito interessante: adquirir imóveis antigos no Centro, reformá-los com os incentivos do programa e gerar ativos valorizados, seja para venda ou para locação.


E para quem quer morar no Centro?

O programa também é uma excelente notícia para quem está em busca de imóvel residencial na região. Com mais empreendimentos sendo viabilizados pelos incentivos, a tendência é de um aumento na oferta de unidades de qualidade, e os primeiros compradores de unidades em projetos de retrofit ainda têm vantagem nas alíquotas de ITBI.


Além disso, o programa também prioriza usos que tornam o Centro mais habitável e prático: gastronomia, cultura, lazer, comércio de proximidade e ensino. Morar perto de tudo isso, com descontos fiscais, é uma combinação que raramente aparece ao mesmo tempo.


Como se antecipar?

O programa está em plena implementação agora. Os chamamentos públicos para subvenção econômica serão lançados em breve, e alguns incentivos fiscais têm prazo para solicitação. Quem se mover primeiro tem acesso às melhores condições e ao maior leque de opções de imóveis disponíveis.


Se você tem interesse em comprar, investir ou até apenas entender melhor quais oportunidades fazem sentido para o seu perfil, este é o momento de conversar com quem conhece o mercado da região.


Quer explorar oportunidades no Centro de Curitiba?


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Valorização de Imóveis em Curitiba: Por que a capital paranaense se tornou destaque?

Se você acompanha o mercado imobiliário, já notou que existe um nome que não sai do topo das listas de investimento nos últimos anos: Curitiba. Mas o que faz a capital paranaense registrar um dos melhores índices de valorização? No blog de hoje, vamos explorar os pilares e entender por que comprar um imóvel em Curitiba deixou de ser apenas uma escolha de moradia para se tornar uma estratégia financeira de alto retorno.


Infraestrutura e planejamento urbano: O “DNA” Curitibano


Diferente de outras capitais que cresceram de forma desordenada, Curitiba colhe os frutos de um planejamento iniciado há décadas. A eficiência do transporte coletivo e a preservação de áreas verdes (como os amados parques Barigui, Tanguá, Jardim Botânico) e o planejamento dos bairros valorizam os terrenos e imóveis da cidade.


Infraestrutura de qualidade e modernidade


Em 2026, o que faz um imóvel valorizar é a sustentabilidade e tecnologia. Construções com certificação ambiental e automação residencial possuem liquidez imediata, o que reduz o tempo de vacância e aumenta o potencial de revenda. E Curitiba? É líder nisso, com imóveis que trazem exatamente o que o público pede.


Curitiba como Hub de Tecnologia e Inovação


O setor de tecnologia impulsiona a demanda por imóveis modernos, compactos e bem localizados, ideais para solteiros ou casais jovens e sem filhos, mantendo o mercado de aluguéis extremamente aquecido.


Por que investir agora é uma boa opção?


Em 2025, Curitiba foi considerada a capital com maior qualidade de vida do país. A capital também está em primeiro lugar, na categoria Qualidade do Meio Ambiente, estando nessa posição principalmente por seus 68 m² de área verde por habitante e um baixo índice de vulnerabilidade climática. 


Investir em imóveis aqui é proteger o patrimônio em uma moeda forte: o metro quadrado de uma capital resiliente a crises.


A valorização de imóveis em Curitiba não é pontual, mas o resultado de uma cidade que entrega qualidade de vida real e a valorização é apenas uma consequência. Se você busca segurança e rentabilidade, o mercado curitibano continua sendo o destaque nacional


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